A prestação média do crédito à habitação fixou-se em 394 euros em outubro, mais um euro do que no mês anterior, mas ainda menos 10 euros (-2,5%) face ao mesmo período de 2024, divulgou esta segunda-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O aumento ligeiro da prestação ocorreu apesar da continuação da descida das taxas de juro implícitas no crédito à habitação. Entre setembro e outubro, a taxa recuou 4,8 pontos base, situando-se agora nos 3,180%, acumulando uma redução de 147,7 pontos base desde o máximo de 4,657% registado em janeiro de 2024.
Contratos recentes com juro mais baixo
Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro desceu 2,3 pontos base, para 2,850%, o que representa uma queda acumulada de 153 pontos base desde o pico observado em outubro de 2023.
Para o destino de financiamento “aquisição de habitação”, que representa a maioria dos créditos, a taxa implícita caiu para 3,179%, menos 4,7 pontos base do que em setembro. Já nos contratos mais recentes, a taxa descendeu para 2,850%, menos 2,2 pontos base face ao mês anterior.



