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PSD quer reforçar integração de pessoas com deficiência na vida activa

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O cabeça-de-lista do PSD às próximas eleições legislativas pelo distrito de Braga, André Coelho Lima, alerta para a necessidade da intervenção social a favor dos mais carenciados e debilitados apostar de forma mais incisiva na integração na vida activa, com particular atenção aos cidadãos com deficiência.

«É uma área de actuação do Estado e da sociedade que merece ser reforçada com novos instrumentos potenciadores de uma efectiva inclusão social», assumiu, no âmbito de uma visita à Associação de Paralisia Cerebral de Guimarães (APCG).

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Notando que as escolas sozinhas não conseguem garantir uma «inserção adequada» na vida activa dessas crianças e jovens, o cabeça de lista lembrou que o PSD pretende dar uma «ênfase especial» no que se designa por transição da escola para a vida activa destas pessoas.

Segundo André Coelho Lima, o PSD propõe «o apoio às famílias de jovens deficientes para o desenvolvimento de soluções de auto-emprego e empreendedorismo, bem como o recurso ao estatuto do Cuidador Informal para as pessoas com elevado nível de incapacidade».

O PSD tem ainda como objectivo a criação da figura do tutor de inserção, para acompanhamento dos processos de integração nas empresas e serviços públicos, em parceria com associações de voluntariado e a criação, em parceria com o Instituto de Emprego e Formação Profissional, de Gabinetes de Inserção Profissional junto dos agrupamentos de escolas, visando a elaboração de Planos Individuais de Inserção e Capacitação Profissional.

Na visita à APCG, onde esteve acompanhado pelos candidatos a deputados vimaranenses Emídio Guerreiro e Ana Teixeira, o líder da candidatura social-democrata reconheceu os progressos que têm vindo a ser feitos por esta IPSS com vista à integração das crianças e jovens com limitações de capacidades físicas, motoras ou cognitivas.

«ASFIXIA FINANCEIRA»

Tendo também em conta as visitas efectuadas a várias IPSS do distrito, André Coelho Lima sublinhou que as instituições particulares de solidariedade social (IPSS) cumprem um papel que é «unanimemente reconhecido como absolutamente fulcral» numa função prioritária do Estado: apoiar as pessoas mais carenciadas e debilitadas.

Lamentou que, no entanto, «esse mesmo Estado, em vez de mostrar alguma gratidão, actue de forma irresponsável, criando obstáculos e levando à asfixia financeira das IPSS, seja por novas normativas legais, seja pelo atraso cada vez maiores nos pagamentos acordados».

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