O Agrupamento n.º 1266 do Corpo Nacional de Escutas (CNE), da paróquia de Santa Maria de Duas Igrejas, em Vila Verde, assinalou este fim de semana o seu 25.º aniversário com uma Eucaristia solene presidida pelo arcebispo de Braga, D. José Cordeiro.
A celebração, integrada no programa comemorativo “25 Anos a Escrever a Nossa História”, foi concelebrada pelo pároco Manuel da Cunha Rodrigues e reuniu lobitos, exploradores, pioneiros, caminheiros, dirigentes, antigos escuteiros, familiares e numerosos membros da comunidade.
Um dos momentos mais marcantes da cerimónia foi a homenagem prestada ao padre Manuel da Cunha Rodrigues, que se encontra em fase de cessar funções na paróquia. Os dirigentes do agrupamento agradeceram o apoio prestado ao longo dos anos, destacando o papel desempenhado pelo sacerdote na consolidação do projeto escutista e na formação humana e cristã de várias gerações de jovens.
Na homilia, D. José Cordeiro evocou o testemunho de São Carlos Acutis, recentemente canonizado e particularmente venerado na paróquia de Duas Igrejas, recordando o seu exemplo de fé para as novas gerações. O arcebispo ofereceu ainda à comunidade paroquial um artigo religioso alusivo ao jovem santo.
A cerimónia recordou também a participação de quatro elementos do Agrupamento n.º 1266 nas Jornadas Mundiais da Juventude, realizadas em Lisboa, em 2023, apontando essa presença como um sinal da vitalidade da juventude da paróquia e do seu compromisso com a Igreja.
Fundado há 25 anos, o agrupamento tem desenvolvido um trabalho contínuo na formação de crianças e jovens, inspirado no método escutista criado por Robert Baden-Powell e nos valores do escutismo católico. Ao longo deste percurso, tornou-se uma referência na freguesia de Santa Maria de Duas Igrejas e no concelho de Vila Verde, promovendo iniciativas de serviço comunitário, aventura e crescimento espiritual.
Além da comunidade local, a celebração contou com a presença de dezenas de agrupamentos do Arciprestado de Vila Verde, bem como do agrupamento da paróquia de Anais, do Arciprestado de Ponte de Lima, e de representantes de várias entidades locais e civis.
A comemoração dos 25 anos ficou marcada como um momento de celebração da história do agrupamento, de agradecimento pelo caminho percorrido e de renovação do compromisso de continuar a formar jovens ao serviço da comunidade e da Igreja.








