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Vila Verde. CDS-PP quer «dinheiro das festas» investido para ajuda à população

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O CDS-PP de Vila Verde apresentou, em comunicado, uma análise ao desenrolar da pandemia no concelho, onde sugere que a Câmara Municipal disponibilize uma infra-estrutura municipal, «das inúmeras sem uso», para funcionar como hospital ou dormitório.

«Têm alguma infra-estrutura do município, das inúmeras sem uso, pronta para acolher um hospital ou um dormitório, caso venha a ser necessário? Têm preparado um plano de contingência para a criação de mais camas para os doentes, caso venha a ser necessário? Quanto dinheiro foi já gasto no apoio aos bombeiros e demais pessoal da “linha da frente” neste combate?», questiona o partido.

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O CDS-PP pergunta ainda se não seria útil o uso do dinheiro das festas, como o Santo António, para a ajuda às populações. «Sim, dinheiro para medicamentos, alimentação, pagamento de contas correntes, pagamento de apoio médico… Há famílias vilaverdenses, já muitas infelizmente, a passar necessidades», refere.

Considerando que esta «é hora de agir», lembram que existem 41 infectados em Vila Verde. «Por cada 1143 pessoas temos um infectado a tratar. Estamos, infelizmente, à frente de capitais de distrito, cidades e concelhos bem maiores que o nosso», lamenta.

SINO DE COUCIEIRO

A Comissão Política do CDS-PP, liderada por Paulo Marques, deixa ainda críticas à proposta de subsídio para comparticipar a compra de um sino para a Igreja de Coucieiro, tal como o vereador do PS José Morais já fizera.

«Dra. Júlia Fernandes, na primeira reunião de Câmara após ser decretado o Estado de Emergência Nacional, esperava-se que a vereadora da acção social focasse a sua energia em apresentar medidas e apoio financeiro concreto aos mais desfavorecidos, às famílias e aos idosos. Basicamente, dinheiro para quem precisa mesmo nesta fase», diz.

«Talvez com mais alguma sensibilidade social fôssemos todos mais felizes um pouco. Assim, a paróquia de Coucieiro de certeza que não se importará de aguardar um pouco mais pelo já famoso sino. Ele vai aparecer, nem que seja para as eleições do próximo ano, estou certo. Lembre-se é que hoje, nesta crise, há famílias com enormes dificuldades que não podem aguardar mais tempo. Que tal usar estes 2.500€ para comprar medicamentos e distribuir aos nossos idosos de pensões mais baixas?», aponta.

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